sexta-feira, 6 de junho de 2014
A primeira tomografia, o medo e o tratamento errado
Em pouco tempo, a febre começou a ser frequente. Passava todas as tardes durante uma semana com febre, mas, na semana seguinte, parecia que nada havia acontecido. Isso durou até o mês de março de 2013. Como nada adiantava e os exames de sangue nada acusavam (fiz todos os possíveis e imagináveis durante todos os meses seguintes - fiquei sendo furado quase que de 15 em 15 dias a toa, e olha que eu morria de medo de agulhas), resolvemos fazer uma tomografia do abdome e, para nossa surpresa, havia diversos linfonodos (gânglios no sistema linfático).
Naquela altura, fui encaminhado para um cirurgião para que se procedesse uma biópsia, mas a localização dos linfonodos no retroperitônio, a assertiva do cirurgião para a necessidade de uma operação que iria me abrir do final de minhas costelas até a pelve e o meu medo de ter a barriga aberta de cima a baixo fizeram com que eu e meu médico procurássemos o caminho mais fácil: tratar um a possível doença sem se ter o resultado preciso de uma biópsia. Iniciamos, assim, o tratamento contra Tuberculose extra-pulmonar, administrando o esquema RIPE (Rifampicina, Isoniazida, Pirazinamida e Etambutol), que é um remédio grande e horrível de se tomar. Era nosso ledo engano, pois aquilo tudo que acontecia comigo não era por causa desta doença...
foto de um linfonodo
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